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Citações

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Foto: Fábio Rodrigues- Pozzebom

"Precisamos vencer a fome, a miséria e a exclusão social. Nossa guerra não é para matar ninguém - é para salvar vidas."

Lula da Silva, na cerimónia de lançamento oficial do programa Fome Zero.

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Foto: JMJ  Lisboa 2023.

"Sonho uma Europa, coração do Ocidente, que use o seu engenho para apagar focos de guerra e acender luzes de esperança; uma Europa que saiba reencontrar o seu ânimo jovem, sonhando a grandeza do conjunto e indo além das necessidades imediatas; uma Europa que inclua povos e pessoas com a sua própria cultura, sem correr atrás de teorias e colonizações ideológicas".

Papa Francisco, discurso no encontro com as Autoridades, com a Sociedade Civil e com o Corpo Diplomático, no Centro Cultural de Belém.

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Foto: Rádio Renascença.

"Que rota estás a seguir, Ocidente? A tua tecnologia, que marcou o progresso e globalizou o mundo, sozinha não basta; e muito menos bastam as armas mais sofisticadas, que não representam investimentos para o futuro, mas empobrecimento do verdadeiro capital humano que é a educação, a saúde, o estado social".
 

Papa Francisco, discurso no encontro com as Autoridades, com a Sociedade Civil e com o Corpo Diplomático, no Centro Cultural de Belém.

"A minha consciência e o meu dever moral exigem-me que afirme claramente que o que aconteceu no dia 7 de Outubro no sul de Israel não é de forma alguma permissível e não podemos deixar de condená-lo. Não há razão para tal atrocidade. Sim, temos o dever de afirmar isto e denunciá-lo. O uso da violência não é compatível com o Evangelho e não conduz à paz. A vida de cada pessoa humana tem igual dignidade diante de Deus, que nos criou a todos à sua imagem.

A mesma consciência, porém, com um grande peso no coração, leva-me a afirmar hoje com igual clareza que este novo ciclo de violência trouxe a Gaza mais de cinco mil mortes, incluindo muitas mulheres e crianças, dezenas de milhares de feridos, bairros arrasados, falta de medicamentos, falta de água e de necessidades básicas para mais de dois milhões de pessoas. São tragédias que não podem ser compreendidas e que temos o dever de denunciar e condenar sem reservas. O pesado bombardeamento contínuo que tem atingido Gaza durante dias só causará mais mortes e destruição e só aumentará o ódio e o ressentimento. Não resolverá nenhum problema, mas sim criará novos. É hora de parar esta guerra, esta violência sem sentido.

Só pondo fim a décadas de ocupação e às suas trágicas consequências, bem como dando uma perspectiva nacional clara e segura ao povo palestiniano, é que um processo de paz sério poderá começar."

 

Cardeal Pierbattista Pizzaballa - Patriarca Latino de Jerusalém, Letter to the entire diocese .

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“Jesus não perde tempo a tentar actualizar o papel feminino, dando nova dignidade a uma antiga função. Pelo contrário, ele cria uma alternativa. A liberdade de uma mulher em Cristo, portanto, inclui, no essencial, a sua liberdade do sistema de dominação que diminui a sua personalidade ao aprisionar a sua condição feminina. O ponto de vista feminista cristão leva automaticamente a uma crítica das tradições histórico-culturais que deram às mulheres uma imagem distorcida dos seus corpos, das suas habilidades, dos seus papéis, das suas responsabilidades, da sua dignidade e do seu destino. Cada mulher é chamada a transformar-se como pessoa e como mulher, não de modo a tornar-se uma ‘escrava feliz’ vendo uma bem-aventurança na subserviência exigida pela sociedade, mas como pessoa dotada de dignidade humana e esplendor salvífico, não menos que os seus homólogos masculinos.”

 

Aruna Gnanadason, Women’s Oppression: A Sinful Situation.

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“Em vez de construir a paz atacando injustiças como a fome, as doenças, o analfabetismo, a servidão política e económica, gastamos um trilhão de dólares em guerra desde 1946, até que o ódio e o conflito se tornaram a preocupação internacional.”

 

Daniel Berrigan, SJ, America Is Hard to Find: Notes from the Underground and Letters from Danbury Prison.

Foto: Chris Felver/Getty Images.

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“Primeiro perdemos a lembrança de termos sido do rio. A seguir esquecemos a terra que nos pertencera. Depois da nossa memória ter perdido a geografia, acabou perdendo a sua própria história. Agora não temos sequer ideia de termos perdido alguma coisa.”

 

Mia Couto, O Outro Pé da Sereia.

Foto: Jorge Amaral/Global Imagens.

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“Sabemos também que a religião, como sempre insistiram os marxistas, tem, com demasiada frequência, como um opiáceo, tendido a adormecer as pessoas à realidade e à necessidade da presente luta pela paz e pela justiça.

[...] Devemos lutar como loucos contra a vontade perversa dos homens, e esta luta é por amor a Deus e por amor aos homens [...].”


Dorothy Day, “Month of the Dead”, The Catholic Worker, Novembro de 1959.

Foto: Vivian Cherry.

“‘Abrir-se ao mundo’ é uma expressão de que, hoje, se apropriaram a economia e as finanças. Refere-se exclusivamente à abertura aos interesses estrangeiros ou à liberdade dos poderes económicos para investir sem entraves nem complicações em todos os países. Os conflitos locais e o desinteresse pelo bem comum são instrumentalizados pela economia global para impor um modelo cultural único. Esta cultura unifica o mundo, mas divide as pessoas e as nações, porque ‘a sociedade cada vez mais globalizada torna-nos vizinhos, mas não nos faz irmãos’. Encontramo-nos mais sozinhos do que nunca neste mundo massificado, que privilegia os interesses individuais e debilita a dimensão comunitária da existência. Em contrapartida, aumentam os mercados, onde as pessoas desempenham funções de consumidores ou de espectadores. O avanço deste globalismo favorece normalmente a identidade dos mais fortes que se protegem a si mesmos, mas procura dissolver as identidades das regiões mais frágeis e pobres, tornando-as mais vulneráveis e dependentes. Desta forma, a política torna-se cada vez mais frágil perante os poderes económicos transnacionais que aplicam o lema ‘divide e reinarás’.”


Papa Francisco, carta encíclica “Fratelli Tutti”, 12.

Foto: PIME Asian News.

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“O capitalismo não permite um fluxo uniforme de recursos económicos. Com este sistema, alguns poucos privilegiados são ricos além da consciência, e quase todos os outros estão condenados a ser pobres num determinado nível. É assim que o sistema funciona. E como sabemos que o sistema não vai mudar as regras, vamos ter de mudar o sistema.”


Rev. Martin Luther King Jr., em Newark, NJ, Março de 1968

Foto: Jim Kerlin/AP.

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